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Mostrando postagens com marcador Concurseiros 2014. Mostrar todas as postagens
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semed

As vagas serão destinadas para o preenchimento de diversas áreas do magistério. Provas estão previstas para 30 de março.
A Secretaria Municipal de Educação (Semed) deve lancar seu concurso público em breve. Serão oferecidas 2.124 vagas, sendo duas mil para professor de nível superior e 124 para pedagogos. A jornada de trabalho será de 20 horas semanais.
A responsabilidade sobre o concurso é da Secretaria Municipal de Administração, Planejamento e Gestão (Semad). “O concurso será executado pela Fundação Professor Carlos Augusto Bittencourt (Funcab), sob nossa coordenação. Já podemos adiantar que o edital será lançado no dia 4 de fevereiro”, diz o titular da Semad, Serafim Meirelles Neto.
Segundo o cronograma, as provas serão aplicadas no dia 30 de março e as vagas serão destinadas para o preenchimento de diversas áreas do magistério, como matemática, língua portuguesa, educação física e ciências, entre outras.
Segundo o gestor, os técnicos do órgão também estão trabalhando no planejamento de outros certames direcionados para a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) e Fundo Único de Previdência do Município de Manaus (Manausprev). Ambos estão na fase inicial dos procedimentos, ou seja, no levantando quantitativo de vagas e  cargos a serem preenchidos.
Outro órgão que também solicitou providências da Semad nesse sentido foi o Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb), cujos estudos iniciais preveem o oferecimento de 138 vagas, sendo duas para o cargo de procurador autárquico e 136 para cargos distintos de nível médio e superior. “As demandas são muitas e a expectativa é de abrirmos centenas de vagas no serviço público no decorrer deste ano”, ressalta o secretário.
Fonte: A Crítica

 

Segundo o economista e concurseiro, Charles Dias, o conjunto de matérias chamado de "arroz com feijão" (português, informática, direito administrativo e direito constitucional) deve ser estudado antes mesmo do edital do concurso público ser publicado, pois são a base para qualquer pessoa que deseja passar num concurso público.

O estudo dessas matérias não deve ser feito de forma apressada e superficial, uma vez que formarão a base do conhecimento sobre a qual o concurseiro irá determinar o estudo das outras matérias cobradas em concursos públicos. "Acredito que o concurseiro deve dedicar seus primeiros seis meses de estudo a essas disciplinas", diz Charles.

Veja porque as matérias "arroz com feijão" são importantes e como estudá-las corretamente:

Língua Portuguesa

É cobrada em absolutamente todo e qualquer concurso público, visto que o domínio da língua culta é essencial para a Administração Pública. Basicamente a matéria é dividida em três frentes:

- Gramática (domínio das regras da língua);
- Interpretação de textos (compreensão de mensagens contidas em peças textuais);
- Redação (capacidade de comunicação clara em peças textuais).

Essa matéria deve ser estudada muito bem, de forma completa e exaustiva, lançando mão de bons livros que ensinem a matéria de forma clara e descomplicada.

No estudo dessa matéria tenha em mente que todas as suas frentes têm igual importância e que mesmo que você tenha bom conhecimento em alguma ou mesmo todas elas nem pense em deixar de estudá-la, visto que é cobrada com muito rigor nos concursos públicos.

Informática

Engana-se quem acredita que a prática cotidiana de informática é suficiente para acertar todas as questões de Informática cobradas nas provas de concursos públicos, uma vez que os conhecimentos cobrados são muitíssimo específicos, devendo ser devidamente estudados com a ajuda de bons livros.

Basicamente a matéria é dividida em três frentes:

- Hardware (tipos de computadores, componentes, etc);
- Sistemas operacionais (Windows XP, Windows 7, Linux, etc);
- Softwares (Windows Office, BrOffice, etc).

Portanto, tenha muito cuidado para não cair na tentação de deixar em segundo ou mesmo terceiro plano o estudo dessa matéria para que não descubra tarde demais que deveria ter estudado com muito mais seriedade e atenção.

Por ser uma matéria onde teremos grande parte do tempo a sensação de “já sei isso”, a disciplina nos estudos é essencial, sem ela você estudará apenas de forma parcial e incompleta.

Direito Constitucional

É o ramo do Direito Público Interno que se dedica análise e interpretação das normas contidas na Constituição Federal. Comotodo o regramento jurídico do país, no qual se baseia a Administração Pública, tem origem na Constituição Federal, essa matéria deve ser aprendida e compreendida muito bem por todos os que desejam se tornar servidores públicos.

Apesar de ser algo assustador inicialmente, o Direito Constitucional é uma matéria acessível e muito interessante visto que trata de leis com as quais convivemos todos os nossos dias, o que torna seu estudo útil tanto para prestar concursos públicos como para aumentar nossa consciência de cidadania.

Acredito pessoalmente que antes mesmo de começar a estudar Direito Constitucional o concurseiro deve ter um primeiro contato com a lei maior do país utilizando para isso de uma boa “Constituição Federal interpretada”, ou seja, uma Constituição Federal que tem cada um dos seus artigos, parágrafos e incisos interpretados para que o entendimento de tal regramento legal seja mais fácil e rápido. Afinal de contas, não é possível construir as paredes e telhado de uma casa sem antes construir sua base.

Apesar de não ser uma matéria “chata” ou mesmo difícil, o estudo sistemático tanto da Constituição Federal quanto da matéria de Direito Constitucional demanda muita disciplina para que seja feita da forma correta.

Direito Administrativo

É um ramo do Direito Público Interno que tem por objeto o estudo dos órgãos, entidades, agentes e atividades públicos, e a sua meta é a sistematização dos fins desejados pelo Estado, ou seja, o interesse público. Ou seja, o Direito Administrativo estuda exatamente a Administração Pública e os servidores públicos, o que o torna imprescindível e muito interessante para todos os aspirantes ao serviço público.

Apesar de ser bastante interessante, essa matéria é caracterizada pela grande quantidade de detalhes e prazos que deverão ser memorizados, visto que são comumente cobrados em prova.


A grande maioria dos concurseiros quer saber: como estudar de forma eficiente tantos conteúdos diferentes e, muitas vezes, desconhecidos? A partir de perguntas enviadas por internautas, selecionamos as principais dificuldades e preparamos um passo a passo para você estudar para um concurso público. As orientações abaixo levam em conta o estudo antecipado das disciplinas. Caso o candidato esteja estudando para um edital já publicado, será necessário adequar as sugestões ao tempo disponível até a prova.

Estudo para concursos públicos (Foto: Reprodução/TV Tem) 

1º PASSO: Como preparar um plano de estudoTer clareza de quais são os horários de estudo – e quais não são – permite uma redução do nível de cobrança sofrido pelo candidato. Isso pode ser feito a partir da elaboração de um quadro mensal com as atividades obrigatórias que a pessoa tem a cada dia (trabalho, aulas e outros afazeres). Importante anotar ali feriados e compromissos eventuais já assumidos, para que fique evidente qual é o tempo disponível para o estudo.
A partir daí, considerando o tempo que será dedicado ao estudo, o candidato poderá distribuir as disciplinas, buscando colocar todas a cada semana ou, no máximo, a cada quinzena - para que nenhuma fique muito tempo sem ser vista -, lembrando de deixar intervalos a cada hora e meia ou duas horas de estudo.
Mas o quadro de estudo é um norteador, um ideal a se buscar. Não há motivo para desânimo caso algo saia do controle – isso é natural, afinal, a vida é dinâmica. De toda forma, o objetivo é sempre tentar cumprir da melhor forma possível a meta estabelecida.
2º PASSO: Quando aumentar (ou reduzir) o tempo de estudo
Um dos benefícios do quadro de horários é o candidato saber que o tempo de estudo tem hora de acabar, ou seja, é uma meta finita. Isso facilita o comprometimento.
Mas há situações em que o candidato está motivado e percebe que teria condições de estudar por mais tempo do que o estabelecido. Se isso acontecer regularmente, talvez seja o momento de aumentar um pouco o período de estudo no quadro de horários (desde que não comprometa horário de sono ou outros compromissos).
O inverso também pode acontecer: o candidato estabeleceu determinada duração para o estudo, mas observa que não consegue render ao final do período. Se isso acontecer regularmente, talvez seja melhor alterar o quadro de horários, reduzindo o tempo de estudo até ter reais condições de aumentá-lo novamente. Isso evitará a sensação de frustração por não cumprir a meta, que pode ter resultados desastrosos no longo prazo.
Estudo para concursos públicos (Foto: TV Centro América/Reprodução) 
Estudo exige muita concentração e disciplina 
3º PASSO: Como vencer preguiça, cansaço, inércia e começar a estudar
O desejo de conquistar uma vida melhor já deveria ser o suficiente, mas sabemos que as coisas nem sempre funcionam assim. Além disso, muitas vezes o concurseiro trabalha o dia todo e precisa reunir forças para iniciar um segundo turno de atividade (estudar).
Ter uma meta estabelecida para o dia ajuda bastante - como um atleta que já sabe qual será o treino do dia. Para isso, a planilha de treinos é essencial e, no caso, dos concursos públicos, estamos falando do quadro de estudos com horários e matérias, que comentamos no “1º Passo”. É mais simples cumprir algo já definido do que decidir na hora, quando outros fatores podem interferir desfavoravelmente.
Assim, é preciso dar cada pequeno passo, um de cada vez, e evitar as distrações do caminho: acordar na hora combinada e fazer apenas o que for preciso para iniciar os estudos (alimentação, banho, troca de roupa). Para quem ainda não criou o ritmo, ligar computador ou TV antes do estudo é um risco enorme - o que o candidato imaginava serem apenas alguns minutos de pesquisa ou relaxamento tende a se prolongar indefinidamente e um período inteiro de estudo poderá ser perdido. O mesmo acontece para quem estuda à noite, após o trabalho.
Mas a preparação para concurso é similar à preparação de um atleta. O ritmo é construído com o tempo e com a continuidade. Ainda assim, há períodos em que o candidato está mais comprometido e outros em que fatores diversos interferem no cumprimento do plano. O importante é seguir sempre, em maior ou menor ritmo.
4º PASSO: Como manter o interesse durante os estudos
Quase todo candidato tem aquelas matérias preferidas – as que ele mais sabe - e as “odiadas” – aquelas que considera mais difíceis. O curioso é que, mesmo sabendo que a prova cobrará todas elas, o candidato termina estudando mais as que mais sabe e deixando para trás as outras. O plano de estudo ajuda a corrigir essa tendência e até a invertê-la: o ideal é dedicar mais tempo ao que menos se sabe.
Outro fator é que o cérebro obedece aos comandos recebidos, sem questionar. Então, é mais produtivo olhar para todas as matérias como passaportes para a vaga, sem carimbá-las com a marca da rejeição, que será captada pelo cérebro e só tornará tudo mais difícil.
O estudo dinâmico ajuda a superar as distrações e, para isso, a resolução de exercícios – com consulta – logo após a leitura da teoria faz com que o candidato compreenda melhor os conteúdos, perceba detalhes e inicie a fixação, tudo de forma natural.

Estudo para concursos públicos (Foto: TV Globo/Reprodução) 
Faça revisões no conteúdo 
5º PASSO: Como não esquecer o que já foi estudado
Quando o candidato chega ao fim de uma matéria – lembrando que sugerimos o estudo de todas as disciplinas do grupo, de forma paralela – deve voltar ao início sucessivas vezes, até a aprovação. Essa repetição levará à memorização definitiva dos conteúdos.
Mas, a cada retorno o procedimento deve ser modificado, a fim de manter o interesse e aprofundar o conhecimento. Assim, se na primeira vez o candidato apenas leu a teoria e fez exercícios didáticos de cada ponto, na segunda vez poderá repetir o procedimento anterior (teoria + exercícios) acrescentando a elaboração de fichas-resumo.
Essa é a etapa mais trabalhosa do estudo, mas é essencial, porque além de permitir a organização das informações já conhecidas, produz material valioso para revisões futuras.
6º PASSO: Como preparar o material para revisõesDepois que o candidato já tem alguma noção do conteúdo da disciplina, é possível sublinhar as informações mais importantes e, a partir daí, preparar fichas-resumo. A idéia é criar quadros, esquemas e itens que permitam ao candidato lembrar com facilidade a teoria estudada. Exceções e casos especiais devem ser ressaltados, bem como detalhes importantes, que ajudem na solução das questões de prova.
Todas as fichas devem ter o título da matéria e ser numeradas. Cada ficha deve ter o subtítulo do assunto. As informações devem ser colocadas de forma organizada, privilegiando o aspecto visual. O uso de cores diferentes é interessante, para ressaltar informações similares, mas é importante não poluir demais. Por exemplo: conteúdo básico em azul, exceções em vermelho, detalhes complementares a lápis. É prudente deixar espaço para inclusões futuras de novas informações, como veremos no “7º Passo”.
Exemplo de fichas-resumo  (Foto: Lia Salgado/Arquivo pessoal)Exemplo de fichas-resumo
Vale lembrar que a proposta da ficha-resumo é bem diferente dos tradicionais resumos. Não se utilizam textos corridos, pontuações nem palavras que não sejam essenciais ao entendimento. A função da ficha é ajudar o candidato a lembrar informações que ele já conhece e, para isso, bastam palavras-chave.
Estudo para concursos públicos (Foto: TV Globo/Reprodução) 
Resolva provas anteriores do concurso
7º PASSO: Como saber se é preciso aprofundar mais nos estudos
Muitas vezes o candidato acha que sabe bem toda a teoria, mas sofre uma decepção quando vai fazer a prova do seu concurso. Isso porque não verificou o nível de profundidade exigido e não se preparou adequadamente.
A melhor forma de aferir se a abrangência e profundidade do estudo está suficiente é conhecer provas de concursos já realizados, para o mesmo nível de escolaridade e, se possível, para a mesma área de concurso.
De nada adianta utilizar provas muito antigas, porque é notória a diferença entre concursos muito antigos e os atuais em relação ao nível de complexidade das questões. Assim, o melhor é trabalhar questões de concursos realizados há até dios anos ou, no máximo, três.
Importante também estar atento a gabaritos que possam estar desatualizados, em razão de alterações nas disciplinas. Informática e legislação, por exemplo, sofrem constantes modificações, e há outras matérias que passaram por modificações pontuais, como auditoria e contabilidade.
O candidato já pode iniciar a resolução de algumas provas anteriores na segunda etapa de estudo, mas a prioridade naquele momento é a preparação das fichas.
8º PASSO: O que fazer para não esquecer o conteúdo que já você estudou
A partir do momento em que uma disciplina estiver totalmente fichada, vai passar para a fase de manutenção - que continua até a aprovação -, para que o conhecimento adquirido não seja perdido.
Independentemente de como estejam outras matérias, no período de estudo da matéria já fichada o candidato deve, uma vez por mês, revisar todas as fichas. A partir daí, em todos os períodos seguintes destinados àquela disciplina, vai resolver provas anteriores e, desta vez, sem consulta. Após a conferência do gabarito, retornará às fichas para reler o assunto de cada questão. Caso as informações da ficha estejam incompletas, será necessário buscar mais uma vez a teoria no material de apoio (livros e anotações de aula) e incluir na ficha. Assim se garante que tudo o que já foi visto sobre aquela disciplina estará anotado e organizado num mesmo lugar.
Além disso, todo o conteúdo da matéria passa por revisões mensais completas e revisões pontuais a partir das provas. Dessa forma, os assuntos que costumam ser mais cobrados serão, naturalmente, mais revisados.
Estudo para concursos públicos (Foto: Reprodução/TV Tem) 
Estudo pode chegar a até 20 matérias diferentes 
9º PASSO: Como incluir novas matérias no plano de estudos
Sabemos que a preparação para concursos públicos envolve um número razoável de matérias. Iniciar o estudo pelo grupo de disciplinas básicas permite que o candidato dedique mais tempo a poucas matérias e aumente rapidamente o seu conhecimento em relação àquele grupo.
Posteriormente, poderá reduzir um pouco o tempo dedicado ao grupo inicial a fim de liberar horas de estudo para, gradativamente, incluir outras disciplinas, sem abandonar as primeiras. Esse procedimento é sucessivo, de modo que o candidato vai passando algumas disciplinas para a fase de manutenção e acrescentando novas, até ter condições de estudar todo o conjunto necessário, que pode chegar a até 20 matérias, simultaneamente.
10º PASSO: Observe os pontos fracos e corrija a estratégia
Qualquer projeto de médio/longo prazo exige ajustes de estratégia durante o percurso e não seria diferente na preparação para concurso público. Tal providência deve ser adotada durante todo o tempo. A cada mês o candidato deve traçar novas metas, e preparar novo quadro de horários, com base na observação de seu desempenho no mês anterior.
Nesse aspecto, reprovações – tão comuns no caminho dos concurseiros – não devem ser vistas como fracassos, mas também devem funcionar como uma oportunidade para o candidato rever suas estratégias e ajustar a preparação. Afinal, depois de conquistada a vaga, ninguém mais se lembrará de quantas batalhas foram travadas; apenas da vitória final!

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